quarta-feira, 4 de julho de 2012

Eu quero a estrela da esquina

 Eu quero a estrela da esquina

 Meu Deus!! Eu quero a estrela da esquina!!
Eu quero a estrela que dorme...
A estrela que passa... com suas belas curvas...
A estrela que me dá um sorriso malandro...

A estrela que o vento me traz ao entardecer...
A estrela que agora dorme bem perto de mim.
Um dia eu sonhei com uma estrela...
E como uma criança também adormeci...

E ao som da alma da brisa que vem do mar,
Com seu cheiro doce que não conheço...
Senti que não sei... que não sei...

O  acaso, por acaso,  já não é mais o mesmo...
Mas, agora eu sei de uma estrela...
Que vem do mar... que vem do ar... ou não sei de onde...

Uma noite apenas....

 Uma noite apenas....


Uma noite apenas... que pena... que pena... que bela... que bela!!! Eu queria que esta noite fosse para sempre ou pelo menos cinco mil e uma noites!!! É mais que um poema... é mais que uma alegria, é mais que um riso, enfim, mais que uma vida...

Minha Linda, como aprendeste a sorrir assim? De onde vem a cor destes olhos negros? Onde aprendeste a tocar tão delicadamente assim meu corpo? Você pode ser um anjo, destes anjos tortos que habitam um espaço desconhecido...

Não sei... não sei... mas teu cheiro é um feitiço que adormece o feiticeiro, que estarrece o curandeiro e que confunde o mensageiro...

segunda-feira, 12 de março de 2012

Tailândia 04 a 11 de março de 2012

Aerporto de Narita - Bankok - Hua Him

O aeroporto de Bankok é grande e muito bonito. Não é uma coisa muito diferente do que normalmente há pelo mundo: lojas de marcas internacionais, cafés, restaurantes, muitas pessoas e muitas línguas. É um aeroporto muito bonito, limpo e com aspecto novo.

Contratamos um táxi para ir do aeroporto até a cidade de Hua Him, que fica a mais ou menos 03 horas. O valor cobrado foi de 2.600 Baht (representado pelo símbolo ฿). Um real (1 R$ = 20 ฿ ) Logo ao sair do aeroporto internacional de Bankok na direção de Hua Him, percebi que as rodovias eram muito boas e amplas. Durante grande parte do trajeto, há quatro pistas para uma direção e mais quatro na direção oposta. Fazia muito calor e o ar estava um tanto úmido o que causava um certo desconforto para mim. Passamos por muitas plantações, típicas de regiões tropicais, e também por locais onde se produzem sal.

Ao Chegar em Hua Him, fui logo percebendo que se tratava de uma região turística porque havia muitos estrangeiros que falarei deles depois.



Hua Him... uma das regiões da Tailândia

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sozinho em minha sala


Sozinho em minha sala

Agora estou sozinho aqui em minha sala 752. Hoje é dia 27 de janeiro de 2011, quinta feira, e são 19:38, exatamente. Hoje, não estou alegre nem triste, mas acho que posso dizer: estou feliz. Terminei o meu trabalho para hoje e não sei o que fazer... não sei se vou para casa ou se vou a um barzinho... não sei. A minha dúvida é cruel. Mas acho que esta dúvida não é mais cruel do que não ter alguém para ir junto comigo a um barzinho ou a qualquer outro lugar para conversar, rir, trocar ideias, brincar, conversar longas horas...

Estou no Japão tentando me acostumar a viver sozinho. Parece que estou ficando sem sentimentos e emoções ao fazer este esforço de viver sozinho. Os japoneses têm uma palavra que significa Tsumetai hito e acho que é assim que estou ficando a cada dia que vivo aqui. Já não consigo mais abraçar e apertar uma pessoa... parece que dizer: olá... já é suficiente demais, basta!!  Parece que rir já não tem sentido. Mas é estranho que eu não esteja alegre nem triste com esta situação...

Mas não quero falar das fraquezas humanas. Isso é bobagem, não vale a pena, pois eu também sou humano e, como tal,  faço coisas certas e coisas erradas... talvez por causa das coisas erradas que faço ou fiz, algumas pessoas não querem mais me abraçar e nem me apertar. Mas o que eu posso fazer? Sim... já sei o que fazer.

Vou parar de ficar escrevendo estas coisas e vou a um barzinho. Aliás, vou sozinho! Não há problemas, pois posso me divertir sozinho também e já descobri isso várias vezes. Tem uma coisa, não posso ir mais a alguns lugares, pois estes lugares me trazem algumas recordações que não quero tê-las: situações, companhias, pessoas, conversas... eu não quero vomitar outras vezes porque vou ficar muito feio e também é deselegante... Além disso, estou em paz e feliz e não quero estragar isto...

Quando eu voltar, talvez eu escreva mais... mas talvez eu esteja um pouco bêbado, ou talvez esteja cansado, ou talvez esteja mais feliz ou talvez..... bem... bem... depois, se puder,  escrevo mais...

FUUUUUI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! bEBeR e DiVeRRRRRtTTTTTTTTiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiRRRRRRRRRRRRRRR!!!!!!!

Quinta, 27 de janeiro de 2011 às 18:48

Medo das coisas que nunca vi


Medo das coisas que nunca vi

Tenho medo das coisas que nunca vi
Mas não quero as que já experimentei...
Na dúvida, mantenho o compasso, não ultrapasso...
Sou bravo, sou forte, sou filho do tempo...

De bestas o pasto está cheio...
E há notícias de que faltam currais a outras tantas!
Para as antas!! Já não há mais espaço...
De bagres!! A curva do rio está saturada...

Por agora, no mínimo... há que ser um Ser  inteligente...
Por quê?? Ora... ora... posso me divertir sozinho:
Com a água, com o sol, com o vento!!!

Mas como é que deve ser mesmo a vida?
Como é que devo me comportar em uma mesa de jantar?
Ah!!! Alguém se propôs a me ensinar...
Que bestagem... que bagrisse... que antítese...

 por Angelo Biazzi, domingo, 20 de março de 2011 às 02:08

sábado, 27 de novembro de 2010

Uma Ficção...

Uma ficção

Em um dia inexato, nos beijamos...
E como se toda borboleta não morresse,
Ah! Que asas coloridas...
Asas que morreram... que morreram...

Depois, cismando te ver um dia
No trem, na estação, no planeta,
Cisma que não me saía da lembrança,
Desejei voltar e te dizer alguma coisa...

Um tempo e meio e já não havia razões para isso.
Nem uma palavra... sequer uma. Não!
E na exata e proporcional mensuração
A cada dia eu morria e minha fé minorava...

Enfim, como o som do sino do templo,
Um dia eu vou me embora, devagar e em silêncio...
Um vento tocará os teus cabelos, poderá ser eu?
Não sei... apenas fique em silêncio. Que bela canção!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Desconhecido

Desconhecido



Dê uma chance ao desconhecido. O ser humano sempre buscou e correu atrás do diferente, do desconhecido. A homogeneidade parece nunca ter sido a meta final. Quando houve alguém que tentou impor as similitudes da vida, sempre houve quem quisesse saber o que há por fora da caverna. Sempre houve alguém que quis viver além de nascer, crescer, estudar, trabalhar, casar, ter filhos, envelhecer e morrer. Para esses, a vida  não é um programa definido pela natureza. Esses preferem arriscar, viver diferente, ter aventuras, ter histórias para contar, ter sonhos, acreditar na vida.... Eu penso que para tais pessoas, quando a vida está no fim, sempre sobra um sorriso, uma alegria, uma lembrança boa. Também quando olham pelo retrovisor da vida, sempre dizem: viver valeu a pena... viveria tudo novamente. Penso também que para outros, a vida é outra coisa: trabalho, ocupação, responsabilidade, cotidianização, seriedade, programação, etc.... acho que quando a vida está no fim, estes encontram-se muito cansados, fatigados e a morte é mesmo um fim almejável. Às vezes, quero ser o velho do rio... (Depois termino...)